Apresentação

ADRACES - Associação para o Desenvolvimento da Raia Centro-Sul

 

Desde 1992 que a ADRACES valoriza e implementa novas formas de intervenção ao nível das comunidades locais, através da conceção e implementação de políticas ativas de dinamização das zonas rurais. 

Constituída com um figurino institucional e técnico interdisciplinar, mantém uma estrutura que reúne vários pensamentos e sinergias institucionais e individuais, com capacidade para impulsionar e polarizar ações numa escala intermédia de intervenção, características que a tornam flexível e capaz de criar e gerir políticas de desenvolvimento local indutoras de novas pedagogias de fortalecimento das relações de identidade e solidariedade, expressas nos movimentos e ações de base local.

 

Visão

Contribuir de forma sistémica para melhorar a qualidade de vida, material e imaterial, das comunidades rurais e reforçar a articulação entre agentes e organizações na consolidação do compromisso para o desenvolvimento sustentável, estimulando respostas e soluções locais que concorram para o bem-estar, através de processos participativos e colaborativos - As Práticas Democráticas são as raízes do Desenvolvimento Local e da Coesão Social.

 

Missão

  • Incentivar o desenvolvimento económico, cultural e social integrado e sustentável da Beira Interior Sul e promover os processos de governança local;
     
  • Unificar vontades para criar na população e suas instituições consciência e segurança nos seus próprios valores e capacidades para, de forma concertada, melhor gerirem o seu próprio desenvolvimento;
     
  • Promover nos atores uma postura positiva e pró-social ativas que facilitem as intervenções de dinamização e implementação dos programas, estratégias e planos estabelecidos, bem como sensibilização e indução da população para a necessidade de promover o seu território como um todo;
     
  • Executar políticas de desenvolvimento integradas abertas de coesão e competitividade territorial, bem-estar social e qualidade de vida;
     
  • Marcar a tendência de a tomada de decisões partir do território;
     
  • Criar e reforçar parcerias que impliquem e capacitem os actores e o território para uma mudança sustentável e geradora de qualidade de vida e competitividade;
     
  • Ser um canal participativo e solidário de cidadania ativa e democrática;
     
  • Colocar o território a pronunciar-se e contribuir activa e colaborativamente na produção de reflexões sobre a UE e suas políticas;
     
  • Criar dinâmicas de corresponsabilização que garantam a coesão social, por via da participação democrática das comunidades e territórios na construção e definição de políticas e abordagens que favoreçam o desenvolvimento local e rural e o coloquem na agenda prioritária da União Europeia.

 

Cultura | Valores

  • Orientação para o desenvolvimento do território e melhoria da qualidade de vida.
     
  • Subsidiariedade e Gestão Local.
     
  • Participação e Proximidade.
     
  • Viabilidade e Sustentabilidade Económica.
     
  • Qualificação e Empregabilidade.
     
  • Promoção e Valorização da Ruralidade.
     
  • Respeito pelos direitos humanos universais, pelos valores da igualdade de oportunidades e não discriminação económica e social.
     
  • Lealdade no relacionamento interinstitucional e interpessoal e defesa da subsidiariedade alicerçada na participação de todos os cidadãos nos processos de desenvolvimento.
     
  • Ética | Espírito de equipa | Inovação | Criatividade.
     
  • Flexibilidade e adaptação à mudança.
     
  • Independência, transparência e responsabilidade de intervenção.

 

Política de Qualidade

Compromisso em cumprir os requisitos dos programas e projetos que gere, com a preocupação de melhorar continuamente a Qualidade dos serviços prestados, de forma a satisfazer as necessidades e as expectativas do território. A concretização desta Política é suportada pela:

  • Conceção e Desenvolvimento de projetos e ações que contribuam para a modernização e competitividade do território.
     
  • Compromisso com a inovação e diferenciação dos serviços.
     
  • Envolvimento com os parceiros e comunidade nas atividades realizadas.
     
  • Desempenho eficaz e eficiente dos seus colaboradores através do desenvolvimento das suas competências e motivações. 

 

Áreas de Atuação/Serviços

  • Gestão de Programas e Projetos no Âmbito da Abordagem LEADER/DLBC - Desenvolvimento Local de Base Comunitária (PDR2020)
     
  • GAL - Grupo de Ação Local (40 atores locais)
     
  • RTL - Rede Técnica Local (Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Penamacor) - Desenvolvimento de Ações de carácter social, cultural e comunitário
     
  • CIEDBIS - Centro Informação Europe Direct (Representação da Comissão Europeia no território)
     
  • Rede PROBIS - Plataforma de Cooperação Territorial (GAL e Beneficiários)
     
  • Centro de Recursos de Empreendedorismo (CREmp) - Acompanhamento na criação e gestão do próprio negócio
     
  • Cooperação Nacional e Transnacional
     
  • Conceção de Planos de Formação Profissional e Organização de Formação indoor e outdoor
     
  • Elaboração, implementação e gestão de candidaturas a programas nacionais e comunitários
     
  • Academias Seniores de Penamacor e Vila Velha de Ródão - Promoção do Voluntariado e Envelhecimento Ativo
     
  • Apoio e aconselhamento técnico em áreas diversificadas (desenvolvimento local, agricultura, turismo, artesanato, preservação e valorização do património, micro e PME's, formação e qualificação)
     
  • Revista VIVER
     
  • ADRACES TV
     
  • Newsletter; Sites; Redes Sociais

 

Redes Nacionais e Internacionais

  • MEDEAT  - Gastronomy Routes and the Culture of Flavors
  • APURE - Associação para as Universidades Rurais Europeias
  • GEIE - Euroconsulting Group
  • RRN - Rede Rural Nacional
  • Federação Minha Terra
  • Rede de Centros de Informação Europe Direct (nacional e europeia)
  • RUTIS - Rede Nacional das Universidades Séniores

 

 

Objetivos Estratégicos de atuação da ADRACES

 

Inverter as pesadas tendências de regressão populacional e desvitalização económica verificadas nas últimas décadas, consolidando um quadro de referência que contribua para estancar e inverter o processo de fragilização da base socioeconómica local, assente no seguinte conjunto de pressupostos:

  • Integração e articulação das diferentes dimensões de intervenção: económica, social, ambiental e cultural;

  • Valorização da multifuncionalidade do sector primário, nomeadamente, através da conjugação nas explorações de atividades agrícolas e não agrícolas, quer da entrada em novos nichos de mercado e da suscitação de iniciativa em atividades complementares;

  • Diversificação do mosaico de atividades da economia rural, através do estímulo ao empreendedorismo, à instalação de jovens empresários em meio rural e à criação de uma rede de microempresas de apoio ao desenvolvimento rural;

  • Aproveitamento e valorização económica dos recursos endógenos, nomeadamente por via do desenvolvimento de novas atividades do complexo do Turismo e Lazer;

  • Melhoria das condições de fixação e atração de novos residentes, nomeadamente através da qualificação da rede de respostas sociais existentes e da promoção da inclusão ativa e do emprego;

  • Capacitação dos agentes económicos, sociais e de outros atores locais para que detenham as competências necessárias para encetarem uma nova filosofia de organização e trabalho;

  • Implicação ativa dos atores locais, promovendo a cooperação, as parcerias e o trabalho em rede entre todos;

  • Complementaridade das intervenções e dos financiamentos, numa lógica de concertação integrada e coordenada dos diferentes instrumentos de política e dos incentivos disponíveis para o desenvolvimento do território.

 

Vetores Estratégicos de Intervenção

  • Mobilização do potencial económico dos recursos endógenos, promovendo a qualificação e diversificação da Economia Rural e a animação económica da BIS;
     
  • Valorização do património e da identidade rural;
     
  • Promoção da coesão socio-territorial e da melhoria da qualidade de vida, criando condições para a fixação e atração de população para os aglomerados rurais;
     
  • Capacitações dos atores locais para o trabalho em parceria e para a cooperação.
     

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